SOBRE O CURSO DE ACESSO (DO BODYTALK)

Este é o primeiro de uma série de 7 posts sobre o ACESSO do BodyTalk, um curso que eu ensino e no qual acredito muito como ferramenta de autocuidado (e autoconhecimento).


Em meados dos anos 90, um australiano chamado John Veltheim, no alto de seus 40 e poucos anos, dedicava horas de seus dias a criar um Sistema que, mal sabia ele, 25 anos depois estaria espalhado em mais de 50 países.

Ele era terapeuta há 20 anos e tinha em sua bagagem formações em Osteopatia, Medicina Chinesa, Cinesiologia e uma série de outras técnicas, além de ser profundo estudioso da filosofia Advaita Vedanta e da Psicologia.

Aí, ele ficou doente. Não conseguindo se curar com as técnicas que conhecia, e desenganado pela medicina convencional, foi parar na Nova Zelândia, onde recebeu um tratamento que, em 2 dias, neutralizou a atuação do vírus que estava atacando seu fígado. Ali foi plantada a semente do que viria a ser o BodyTalk.

Para mim, a genialidade do John foi ter bolado um jeito de acessar a sabedoria inata do corpo, essa inteligência que busca a reparação e a cura o tempo todo. Ele passou alguns anos juntando pedaços e adaptações das técnicas mais eficientes que conhecia, e colocou-as para conversar em um protocolo que acessa desde os sintomas físicos, até as nossas questões psíquicas e emocionais. Afinal, são aspectos diferentes de um só indivíduo, certo?

Depois que o BodyTalk em si já era conhecido, o John teve outra ideia brilhante: ele pegou 5 técnicas do BodyTalk, organizou-as em uma ordem específica, e montou o que a gente chama de Acesso, uma rotina de autocuidado que pode ser aplicada por qualquer pessoa (em si ou nos outros), cujo objetivo é fazer a manutenção da saúde geral.

A rotina do Acesso organiza todos os sistemas do corpo para que você não fique vulnerável em épocas de gripe, não acumule tanta tensão em tempos de estresse, ajude a manter as células hidratadas, nutridas, desintoxicadas. Não é um trabalho mágico de cura, é um trabalho eficiente de manutenção. É um jeito de ter mais autonomia para cuidar da saúde. É um jeito de não precisar tomar tanto remédio, a menos que seja absolutamente necessário.

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