Bastidores

 
Foto: Fábio Teixeira

Foto: Fábio Teixeira

Tenho cinco frentes de conteúdo abertas agora: os Artigos do site, o Conta-Gotas do meu coração, o Podcast, uma Colab linda que está quase no ar e uma outra coisa que eu chamo de Livro mas que ainda não decidiu que formato quer adotar. Além disso, uma pessoa que eu admiro me pediu para ser co-autora de seu livro porque ela sabe falar mas não consegue escrever como eu, e eu sei escrever mas não consigo falar como ela. Fora isso, atendo meus pacientes queridos 4x por semana e estou dedicando uma parte do meu tempo à montagem de um plano de vida para o Espaço &.

Tudo isso, tudo tudo tudinho, gira em torno de um mesmo núcleo: saber que todos os seres humanos temos um algo dentro de nós que quer, que precisa, que urge em se mover em direção à sua autorrealização. Esse algo é mais um movimento do que uma coisa. É a parte inquieta dentro de nós que acorda todos os dias querendo se reencontrar, mas que encontra na desorganização da nossa mente, da nossa psique e do nosso corpo um super obstáculo.

Eu falo sobre isso no curso de Acesso: nosso organismo caminha pra frente, em um movimento natural de estar melhor hoje do que ontem. Ele faz isso naturalmente, somos nós que bloqueamos o caminho com nossos traumas, maus hábitos, com a nossa desconexão. E eu falo outra coisa no curso: tá tudo certo, porque ser humano é assim mesmo. A aventura do humano é se conhecer, sabe? É nascer com um potencial incrível porém escondido e ter que desenvolver seu próprio remelexo para descobrir esse potencial, como em uma caça ao tesouro.

Comprar um carro legal, ter filhos ou manter 5 frentes abertas de conteúdo sobre autoconhecimento são a paisagem que a gente vê durante a viagem, não são a viagem. São o tempero que a gente coloca no prato principal, que é o autoconhecimento.

A gente pode escolher se apegar a essas coisas e deixar a caça ao tesouro para lá? Claro que pode! A gente pode tudo, a vida é nossa e o tesouro, também. Mas como eu venho descobrindo os meus tesouros há um bom tempo e tenho achado o processo lindo e libertador, vou compartilhando minhas descobertas por aí e ajudo outras pessoas a se encontrarem também. Vai que funciona, né?